sábado, 21 de junho de 2008

Jornada Mundial da Juventude 2008


No próximo mês de Julho, de 15 a 20, reunir-se-ão em Sidney, na Austrália vários milhares de Jovens com Bento XVI.

É mais uma Jornada Mundial da Juventude, que pretende congregar jovens de todo o mundo cristão católico.

Estes encontros foram instituidos pelo Papa João Paulo II, em 1983 e já percorreram vários paises e vários continentes: Roma (Itália); Paris (França); Denver (Estados Unidos); Santiago de Compostela (Espanha); Colónia (Alemanha); Manila (Filipinas); Toronto (Canadá); Buenos Aires (Argentina); Czestochowa (Polónia).

Este ano o tema é: Recebei a força do Espirito Santo (Act. 1,8)

É uma experiência marcante para todos aqueles que participam, sobretudo, a descoberta de uma Igreja que não se resume aos nossos horizontes reduzidos, mas que abarca toda a humanidade.
Site oficial: www.wyd2008.org

quinta-feira, 19 de junho de 2008

29 de Junho - inicio do Ano Paulino...


S. Paulo foi um dos maiores vultos da Igreja! O seu amor a Jesus Cristo, com quem se encontrou, fez dele um dos maiores evangelizadores de todos os tempos.


O seu zelo apostólico fê-lo fundar vários comunidade cristãs por todo o mediterrâneo e a semear a semente do Evangelho.


A Igreja vai recordar este grande homem de Deus, celebrando os 2000 anos do seu nascimento. A sua vida e a sua figura, apesar dos séculos, continuam a inspirar a Igreja dos nosso dias, sendo também um desafio a uma maior dedicação à anúncio e vivência do Evangelho.


A celebração terá inicio no dia 29 de Junho, dia de S. Pedro e S. Paulo e terminará em 29 de junho de 2009. Que ao longo deste ano possamos conhecer melhor S. Paulo e o possamos imitar no seguimento de Cristo.

quarta-feira, 18 de junho de 2008


No próximo dai 29 de Junho, pelas 16h00, na Sé Nova de Coimbra, vai ser ordenado bispo um padre da nossa Diocese de Coimbra, o pe. João Lavrador!


É uma grande alegria para nós esta nomeação! Deus quer servir-se de pessoas simples, humildes e frágeis para ser conhecido e para ser fonte de paz para toda a humanidade.


É isso que o D. João Lavrador vai ser na diocese do Porto que vai servir a partir de agora.


Que possa então ser fiel ao ministério e feliz no seu desempenho!

sábado, 14 de junho de 2008

Sim... ela é a minha casa!


«Sim, é a minha casa.Esta Igreja onde eu nasci e onde quero morrer.Nela me sinto bem. Nela gosto de estar.Aqui, eu penso, projecto, sonho, alimento-me.Aqui, rezo, recordo, choro, zango-me, encontro-me.Aqui sofro, aqui canto. A Igreja é a minha casa. Gostaria, tantas vezes, de a ver
mais acolhedora,mais aberta,com mais espaços para pessoas outras
(não é ela comunhão e sacramento?),
mais gratuita,
mais convidativa.
[…]
Eu amo muito a Igreja porque a Igreja é a minha casa.
Com defeitos?
Com as rugas dos anos?Mas é a minha casa! Então, porque lhe quero muito,vou pintá-la de fresco,vou rasgar-lhe mais portas,vou torná-la mais simpática,mais disponível,mais atenta.Vou fazer com que cante mais a beleza da vida perca o medo e salte para o mundo, grite os valores e os direitos das pessoas e dos povos.
A Igreja é a minha casa.Se eu quiser, se tu quiseres, se nós todos quisermos,todos virão a ela e todos nela se sentirão bem. Porque ela é o rosto de Deus.
Porque Deus habita nela.»

domingo, 8 de junho de 2008

Atentos...


Li ontem um fragmento de um texto, feito por um padre italiano, que diz mais ou menos isto:


"Piazza Venezia. 12.31h. Um jovem acabado de cair do planeta adolescência está parado no passeio, junto à estrada, com o volume do Ipod no máximo. Nas mãos o telemóvel já quente de tantas mensagens que não acabam de chegar. Olha para o visor, sem se dar conta de nada. Chega o 64. O motorista apita, zanga-se. Pára junto dele. A meu lado, uma senhora de idade diz-me: São os novos surdos"


Uma vez experimentei ir a ouvir música enquanto caminhava. Parecia que assistia ao que estava à minha volta como se fosse um filme. E muito bonito. Mas foi estranho, porque eu via de fora o que acontecia à minha volta... talvez por isso não voltei a repetir.


O isolamento que o ruído faz esconde o silêncio de tocar o mundo à minha volta. Gostaria de aproveitar melhor os dias que me são dados viver, e chegar ao fim de cada dia com a alegria de cheiros e cores autênticas, quando não ficou nada de bonito por fazer. A atenção ao mundo à minha volta é um desafio para o agradecimento. E a melhor forma de o fazer é cuidar do que tenho e do que me acontece, com a força de olhar para além do real, com a luz de ter sido privilegiado em poder assumir tudo com simplicidade e maravilha.
António Valério, Sj